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Pilates na gravidez traz benefícios ao bebê


       Método é garantia de bem-estar durante os 9 meses…

       Não resta a menor dúvida. A prática de atividades físicas durante a gestação, desde que moderada, promove diversos benefícios à saúde tanto das futuras mamães quanto dos bebês. A escolha da atividade física pelas gestantes demanda atenção redobrada, uma vez que influencia diretamente na saúde e bem-estar do bebê. Por conta disso, visando a diminuição de impactos e o aumento da disposição corporal das mamães, foi desenvolvido por Marla Lopes, educadora da Physio Pilates, um programa especial de pilates para quem deseja ter uma gravidez sadia e tranqüila, desde as primeiras semanas até a recuperação pós-parto.

       As mulheres que praticam pilates durante os meses de gestação apresentam menos desconforto, fadiga e falta de ar. O método pode promover boa postura, ajudar na mecânica corporal, diminuir a dor, principalmente na região lombar da coluna, e o risco de incontinência urinária, promover bem-estar para a mãe e o bebê e minimizar o risco de perda óssea.

       A combinação dos exercícios é adaptada de acordo com as limitações e o perfil de cada pessoa. Os professores são orientados a dar uma atenção especial aos movimentos que envolvem os músculos do assoalho pélvico, que durante esse período ficam bem mais sensíveis e propensos à fraqueza. Mas eles não podem deixar de ser trabalhados, uma vez que desempenham importante papel durante o parto natural e também no processo de recuperação da gestante.


       Os exercícios buscam a interação entre o corpo e a mente. Os de relaxamento e consciência corporal, por exemplo, preparam a grávida para o momento do parto e têm por objetivo estreitar a relação da mãe com o bebê. Os exercícios, de forma geral, fortalecem a região abdominal, os músculos da coluna e o assoalho pélvico. Portanto, ajudam no equilíbrio muscular e postural, além de diminuir as dores lombares e melhorar o apoio para o útero.

       Outra opção são os exercícios para as pernas, pés e tornozelos, que diminuem edemas e câimbras. A posição de quatro apoios é uma ótima alternativa, já que minimiza o estresse sobre os vasos dos membros inferiores. As aulas de pilates têm duração de uma hora e o ideal é que sejam feitas, pelo menos, duas vezes por semana.

       A pratica pode ser mantida até poucos dias antes do parto, dependendo das condições físicas de cada uma. Porém, em casos de descolamento prematuro da placenta, sangramentos constantes e doenças cardíacas a atividade não é recomendada.

Quando praticar:

       A partir das primeiras semanas de gestação. No entanto, é fundamental, antes de começar, receber orientações médicas. Em alguns casos é preferível optar pelo início dos exercícios após o terceiro mês, onde o risco de aborto espontâneo é menor.


Fonte: Minha Vida


Pilates alivia desconfortos da gravidez


       A prática evita a dor nas costas, alivia inchaços nas pernas e ainda colabora para um parto mais tranquilo.

       O corpo muda rapidamente durante a gestação, o que causa desconforto, dores e má postura. Mas tudo isso pode ser amenizado com o método de condicionamento físico Pilates. Desde que não haja contraindicação médica, as grávidas podem começar o exercício logo depois do terceiro mês de gestação e manter a prática até o final do sétimo.

       Os benefícios? A modalidade alonga e fortalece a musculatura, principalmente a de abdômen, glúteos e parte inferior das costas, considerada o centro de força do corpo e responsável pela sustentação da coluna vertebral.

       Além de ganhar condicionamento físico e bem-estar e controlar o peso, a gestante que faz Pilates ainda tem um ganho extra. Um abdômen mais forte vai facilitar o trabalho de parto. “Nessa hora, o útero se contrai para expulsar o bebê e, por um ato reflexo, a mulher também faz pressão abdominal, que é importante para empurrá-lo pelo canal vaginal. Um abdômen mais forte facilita esse trabalho. Nos momentos finais, há um relaxamento do períneo que permite a passagem da criança”, explica o ginecologista e obstetra Alexandre Pupo, do Hospital Sírio-Libanês. Outra vantagem para levar em conta: “Depois do nascimento, se essa musculatura estiver bem treinada, ela se recupera mais rapidamente”, continua o obstetra.

       “Nessa prática, a prioridade é a qualidade e a execução correta dos exercícios, e uma das grandes preocupações do instrutor é garantir a postura adequada do aluno. O objetivo não são as repetições excessivas e a utilização de muita carga”, explica Ludmila Pedroso, terapeuta ocupacional e instrutora de Pilates do CGPA em São Paulo.


Fonte: Bebe.com.br